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Cidade Industrial de Londrina

Londrina terá seu primeiro condomínio industrial. A área onde a cidade industrial será instalada fica no prolongamento da Avenida Saul Elkind, na região noroeste da cidade. O loteamento que possui área total com mais de 1,1 milhão de metros quadrados terá capacidade para abrigar 90 empresas.

Os serviços de infraestrutura do complexo, contratados pela prefeitura por licitação no valor de R$ 23,9 milhões para a implantação do empreendimento, iniciaram em novembro de 2020 e tem previsão de encerramento para maio de 2022.

Já há fila de espera de muitas indústrias e empresas que planejam se instalar no empreendimento, mostrando que Londrina tem um enorme potencial.

Para Marcelo Belinati, prefeito de Londrina, o empreendimento auxiliará a cidade a sair da crise que se instalou no mundo devido a pandemia, muito mais cedo do que outras cidades brasileiras. Bruno Ubiratan, presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), adiantou que mais de 120 indústrias manifestaram interesse de se instalarem no complexo industrial, e a capacidade estimada é de 90 empresas, gerando 12 mil empregos. Ubiratan reforçou que “é um empreendimento que, desde já, impacta a economia local. Serão muitos empregos com a obra, que chega perto de R$ 24 milhões investidos, mais a prestação de serviços, maquinário, então já está movimentando a economia da cidade”. Conforme a entrega e a liberação da obra, o planejamento é que os lotes já sejam ocupados pelas indústrias.

Para o prefeito de Londrina, a implantação da Cidade Industrial é um grande feito. “Hoje é um dia histórico para nossa cidade. São mais de 40 alqueires - incluindo áreas verdes e fundo de vale, que serão preservados - e todos os lotes já possuem empresas interessadas em se instalar, mostrando que Londrina tem sim uma vocação para o setor de industrialização. Já temos um setor de comércio muito forte, assim como a prestação de serviços e o agronegócio, e agora veremos a tão sonhada industrialização da cidade”, frisou Marcelo Belinati.

O complexo que terá características de um condomínio fechado, será entregue pela prefeitura de Londrina com infraestrutura completa. Além de cercar a área com cerca paliteiro, haverá urbanização do espaço, incluindo terraplanagem e pavimentação asfáltica de 82,5 mil metros quadrados, meio-fio e sarjetas, construção de rede de galeria pluvial para drenagem, saneamento com rede de água e esgoto, iluminação pública com LED, plantio de árvores e gramado, colocação de placas para a comunicação visual e sinalização de trânsito. O complexo contará com instalações de apoio como lanchonetes, espaços para descanso e guarita 24 horas.

Bruno Ubiratan (Codel) disse que os lotes da Cidade Industrial serão concedidos mediante edital de licitação. Segundo Ubiratan, “as empresas terão o subsídio da Codel de acordo com o número de funcionários. E, cada empresa terá que cumprir, durante dez anos, regras como o número de empregos e um mínimo de metragem construída. Após dez anos, poderá requerer a escritura definitiva”, explicou.

O presidente da Codel ainda explicou que os projetos respeitaram as questões ambientais e de zoneamento. E, que por esse motivo, serão aceitas apenas as instalações de indústrias menos poluentes, chamadas de “indústrias secas”. E o presidente da Codel continua, “todas as questões ambientais foram respeitadas e as licenças estão aprovadas. Serão instaladas apenas empresas que não causarão grande impacto para a região. Não poderão se instalar indústrias que produzem efluentes industriais ou metais pesados tóxicos, conforme a Lei 12.861/2019”.

Ranking de saneamento das regiões brasileiras

Sabemos que água e esgoto tratados estão diretamente ligados a saúde da população, por isso o saneamento básico é um dos fatores que permite uma maior qualidade de vida, ajudando a evitar doenças como a cólera, febre tifóide, infecções intestinais bacterianas, diarreia, entre outras, pois permite às pessoas a possibilidade de uma vida mais higienizada. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) aponta que a ausência do saneamento é responsável por aproximadamente 88% das mortes por diarreia, a segunda maior causa de mortes em crianças de até 5 anos. Porém, muitos municípios brasileiros ainda não possuem uma rede de saneamento básico que permita mais qualidade de vida para seus habitantes.

Estudos realizados pelo Instituto Trata Brasil e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental mostram que embora a passos lentos o saneamento básico tem apresentado melhorias pelo Brasil. O fornecimento de água tratada já chegou na maioria das casas dos brasileiros, mas quando o assunto é a rede de tratamento de esgoto, a história muda e vemos o quanto ainda é necessário avançar. O estudo mostra que das 100 maiores cidades brasileiras, 90 delas contam com o abastecimento de água tratada para mais de 80% da população. Porém, falando dessas mesmas cidades, quando o assunto é esgoto apenas 46% delas oferecem para mais de 80% da população o serviço de coleta. Ainda nesse mesmo ‘universo’, se falarmos sobre o tratamento de esgoto, dessas 100 cidades apenas 22 delas tratam o esgoto que é coletado.

A falta de saneamento além de afetar os mais vulneráveis, ainda é impactada com os abismos regionais. O Ipea aponta que o Brasil avança muito lentamente rumo à universalização do saneamento básico. Em 2016, a rede de abastecimento de água era de 83,3%, e em 2018, passou para 83,6%. Nesse mesmo período, a coleta de esgoto passou de 53% para 53,2%, e o tratamento de esgoto de 44,9% para 46,3%.

Como falamos anteriormente, ainda há a questão das desigualdades regionais. As regiões Norte e Nordeste tem os piores índices tanto para o abastecimento de água como para as redes de esgoto, ficando abaixo da média nacional. As regiões que apresentam até o momento os melhores indicadores para o abastecimento de água são as regiões Sul e Centro-Oeste, mas em se tratado de esgoto, ainda é um problema. No caso da região Centro-Oeste, pesquisadores alertam que o Distrito Federal é que possui ótimos Índices e acaba por impulsionar os resultados.

Vejamos em percentuais, como fica o ranking das regiões brasileiras que mais precisam de água e esgoto tratados.

Primeiro, vejamos como está a média nacional.

 

Brasil

Abastecimento de água – 83,6%
Coleta de esgoto – 54,2%
Tratamento de esgoto – 46,3%

Agora veremos o ranking das regiões.

 

Norte

Abastecimento de água – 57,1%
Coleta de esgoto – 10,5%
Tratamento de esgoto – 21,7%

 

Nordeste

Abastecimento de água – 74,2%
Coleta de esgoto – 28,0%
Tratamento de esgoto – 36,2%

 

Sudeste

Abastecimento de água – 91,0%
Coleta de esgoto – 79,2%
Tratamento de esgoto – 50,1%

 

Sul

Abastecimento de água – 90,2%
Coleta de esgoto – 45,2%
Tratamento de esgoto – 45,4%

 

Centro-Oeste

Abastecimento de água – 89,0%
Coleta de esgoto – 52,9%
Tratamento de esgoto – 53,9%

 

O ranking do saneamento do Instituto Trata Brasil revela que as melhores cidades em saneamento investem quatro vezes mais do que as piores nesse setor no Brasil.  O estudo também concluiu que as cidades que mais se aproximam da universalização realizam um investimento que é quase 2,5 vezes maior por habitante.

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